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Adaptando a casa para um paciente com Alzheimer

Quando a demência chega, a casa deve ser adaptada. Criar contrastes de cor, pendurar fotografias que explicam o significado dos objetos ou espalhar post-its podem fazer a diferença. As táticas podem parecer óbvias mas fazem a diferença. A palavra de ordem é autonomia.
▫A cozinha e o banheiro são os espaços mais importantes, porque têm bastantes riscos de quedas ou de queimaduras. Para que os armários não estejam sempre abertos para se poder ver o que têm lá dentro, a sinalética (símbolos em cada porta e gaveta) ajuda a esclarecer sobre o interior. Os pratos individuais antiderrapantes permitem uma refeição mais descansada, e também há talheres indicados para pessoas com dificuldades de mobilidade: têm cabos mais grossos e pesados para combater os tremores, se for o caso.
▫Já no quarto, a organização deve ser simples e, tal como no resto da casa, com espaço de passagem livre para permitir uma rápida e fácil movimentação.
▫Em qualquer divisão, é importante manter o contraste de cores, entre o chão e as paredes, entre os balcões e portas, para ajudar a distinguir lugares e objetos. As cores da casa assim como a temperatura ambiente ou o nível de ruído são fatores importantes para criar um ambiente seguro, tranquilo e confortável
Falamos de uma casa adaptável e não de uma casa adaptada. Primeiro devem identificar-se as necessidades da pessoa e só depois pensar em alterações, em como moldar os espaços às limitações.

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